contracapa

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Faixas do CD
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1. Madrugada no Estácio
2. Mulher histórica
3. Destino traçado
4. Pedi pra não errar
5. Formosa mulher
6. Se você jurar
7. Não chores por mim
8. Samba é arte popular
9. Um abraço e um adeus
10. Amigo legal
11. Pout-porri
12. O samba
13. Tambor de crioula
14. Velho Estácio

Apresentação do CD
João Roberto Kelly

Outro dia, tive o prazer de almoçar com meu amigo Carlinhos Maracanã, que me contou a seguinte história:

"O bairro do Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, sempre foi considerado o berço do samba. Foi lá que o samba plantou suas raízes e lá também nasceu a primeira escola, a Deixa Falar, fundada por Ismael Silva em 1928. Quando se fala em Estácio, logo vem à mente o próprio Ismael Silva, Bide, Marçal, Brancura e a figura de Tancredo da Silva Pinto, que unia a magia das religiões africanas à sua vocação de sambista.

No Estácio, no início dos anos 40, havia um café muito bonito, com paredes espelhadas, ponto de encontro de compositores e cantores de prestígio. Refiro-me ao Café Nacional, de propriedade de meu pai, o português José Domingos Martins, que tinha muito orgulho de seu estabelecimento.

Eu, ainda bem jovem, assistia àquilo tudo e passei a amar profundamente a música popular brasileira, em particular, ao samba. Mais tarde, conheci o famoso Natal (Natalino José do Nascimento), a quem substituí na Presidência da Portela, indicado por ele próprio. Foi exatamente em 1972 (ano do enredo Ilu-aí-aê).

Há três anos, fui procurado por uma brilhante rapaziada do Estácio, liderada pelo Valmir e Ivan Cândido Talarico, que pretendia fazer uma gravação, mantendo a essência do samba. Achei a idéia ótima, sugerindo apenas que o repertório fosse mesclado com alguns sambas tradicionais do velho Estácio. Reuni-me várias vezes com eles para combinar detalhes e compor.

Assim foi feito e a idéia do CD em pouco tempo se materializou. Para valorizar ainda mais, promovi a visita do meu velho amigo Monarco e a Velha-Guarda da Portela ao estúdio onde, então, já estava gravando o CD com o grupo que batizamos de TURMA DO ESTÁCIO, alusão aos remotos tempos do samba, quando os grupos das escolas de samba eram apresentados como Turmas."

Resumi em poucas linhas o relato emocionado de Carlos Teixeira Martins, o querido Carlinhos Maracanã, que se considera, com muita honra, o padrinho desta nova e feliz versão da TURMA DO ESTÁCIO.

Gente, o CD está na praça. Agora é só ouvir e aplaudir.

João Roberto Kelly


Homenagem na Contracapa
Tia Alice, Baluarte do Estácio


Agradecimento Especial à Presidente do Grêmio Recreativo Escola de Samba Estácio de Sá Lílian Martins, Lesiário e à toda Diretoria da Escola

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FICHA TÉCNICA

Direção geral
Turma do Estácio
Direção Artística
Gera e Ronaldo Camargo
Produção Executiva
Ronaldo Justo
Assistente Pré-produção
Júlio Alemão
Estúdio
LBR System
Masterização
Jorge Brum
Fotografia
Mila Martins
Artefinal
Luís Cláudio
Figurino
Marquinho do Estácio

MÚSICOS
Cavaquinho e banjo
Ronaldo Justo
Violão 6 cordas
Guga Medeiros
Violão de 7 cordas
Carlinhos Sete Cordas
Piano
Lobão Ramos
Percussão Geral
Turma do Estácio
Cuíca
Zeca da Cuíca
Surdo
Noel
Repique de mão
Élcio (Índio)
Participação Especial
Velha-Guarda da Portela, Monarco e Gera
Coro
Turma do Estácio
Nanda Azevedo